12.15.2017

Ex-executivo do Facebook diz que redes sociais estão destruindo a sociedade

Facebook ; redes sociais ; social media ;  (Foto: Reprodução/Facebook)
Um ex-executivo do Facebook declarou que se sente “tremendamente culpado” por sua colaboração na criação de “ferramentas que destroem o funcionamento da sociedade”. A declaração polêmica foi feita por Chamath Palihapitiya, que ocupou o cargo de vice-presidente para o crescimento de usuários na gigante do Vale do Silício

Em evento na escola de negócios da Universidade de Stanford, na Califórnia, o executivo, que saiu da companhia em 2011, declarou que as redes sociais são um problema global. “Elas estão corroendo os principais fundamentos de como as pessoas se comportam e se relacionam entre si”. A notícia foi dada pelos sites The Verge e The Guardian.

As críticas de Palihapitiya não visaram apenas o Facebook, mas ao ecossistema como um todo. “Os laços baseados em feedbacks rápidos e cheios de dopamina estão dilacerando a sociedade”, disse referindo-se aos almejados likes das mídias sociais. “[Não trazem] Um discurso civil, cooperação, só desinformação e mentira”, disse.

Os comentários do executivo foram feitos pouco tempo após Sean Parker, um dos primeiros investidores do Facebook, criticar a maneira como a empresa “explora a vulnerabilidade da psicologia humana, criando um looping de feedback de validação social”, durante um evento de mídia. Parte de seu discurso pode ser assistindo aqui.

Parker declarou ainda que iria usar o dinheiro que ganhou com o Facebook para fazer algo de bom pelo mundo. Já Chamath Palihapitiya disse que não usa a rede social. “Não posso controlar todos os usuários, mas posso controlar os meus filhos, e eles não têm permissão para usar essa porcaria”.

Diante dos alunos de Stanford, universidade de onde saíram vários executivos do Vale do Silício, ele pediu que tentassem entender a maneira como se relacionam com as mídias sociais. “Você não percebe isso, mas seu comportamento está sendo programado. Não foi intencional, mas agora você terá que decidir o quanto vai desistir da sua independência intelectual”, disse.

A palestra completa do executivo pode ser conferida no vídeo

Estudo mostra por que pacientes que reduzem estômago voltam a engordar

Boa parte dos pacientes engorda quase tudo que emagreceu após a cirurgia. Bons hábitos alimentares ajudam a manter a paz com a balança.

Um estudo sobre cirurgia bariátrica descobre por que gordinhos que fazem a cirurgia de redução de estômago voltam a ganhar peso. Boa parte dos pacientes emagrece quando faz a cirurgia, depois volta a engordar, ganha quase todo o peso que perdeu.
O que explica isso é a diminuição de um hormônio que fica no intestino e avisa ao cérebro que estamos saciados. Se esse aviso demora a chegar, a pessoa continua comendo.
Há quase 10 anos, Camila pesava 127kg. O excesso de peso, além de incomodar, provocava risco para a saúde. Ela fez a cirurgia para reduzir o estômago em junho de 2007. Em um ano e meio, já tinha perdido 59 kg.
“Quando eu fiz a redução do estomago, eu achei que eu jamais fosse voltar a engordar e que eu poderia comer de tudo. Não preciso fazer mais nada, porque vou ficar magra para o resto da vida”, afirmou a pedagoga Camila Tomaiolo.
Mas não foi bem assim. As roupas voltaram a ficar apertadas, o peso na balança subiu. Quando ela viu, estava com 100 kg novamente. “No início, você comia uma pequena porção de legumes, de arroz, a carne e estava ótimo, mas depois com o tempo foi aumentando essa vontade e a quantidade”, contou.
Rosemary engordou muito depois que teve o segundo filho. Ela chegou a pesar 135 kg. A obesidade trouxe problemas de pressão alta e apneia. A redução de estômago ajudou a mandar embora 60 kg, mas a comemoração não durou muito. Ganhou de novo, 30 kg. “Eu como. Daqui a meia hora, se você me oferecer alguma para eu comer, eu vou comer, porque parece que eu tenho fome”, afirmou a dona de casa.
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP acompanhou, por cinco anos, 24 pacientes que fizeram cirurgia para redução do estômago. Todos eles perderam peso nos primeiros dois anos, 14 mantiveram o peso depois disso, dez voltaram a ganhar peso. Os pesquisadores descobriram que uma das causas para esse aumento de peso foi a mudança na produção de um hormônio produzido pelo nosso intestino.
Funciona assim: a comida passa pelo nosso esôfago e cai no estômago. O alimento chega então no intestino fino, no delgado, e quando vai parar na região final dessa área, são enviados sinais para o cérebro. Quem manda esses sinais é um hormônio intestinal chamado GLP-1, que vai indicar que já estamos saciados. Na operação de redução, a comida chega mais rápido nessa parte final do intestino e a produção desse hormônio é estimulada.
Segundo o médico que coordenou a pesquisa, os pacientes que tiveram ganho de peso depois da perda inicial bem-sucedida, mostraram, depois de dois anos, uma queda na produção desse hormônio intestinal.
“Isso abre uma pequena perspectiva de entender um pouquinho melhor esse processo complexo onde vários fatores interferem no reganho de peso após a cirurgia. Na medida que a gente conhece um pouco melhor todo esse mecanismo, certamente se abrem novas perspectivas. Utilização de medicamentos que atuam nesse sentido, eventualmente, de resgatar essa capacidade de produção do organismo”, disse o diretor da Unidade de Cirurgia Bariatrica/HC, Marco Aurélio Santo.
O que já se sabe com certeza é que os bons hábitos alimentares contribuem muito para manter a paz com a balança. Elaine fez a cirurgia do estômago há cinco anos; não ganhou peso nem mesmo depois de ter filho. As fotos apresentadas na reportagem do antes e do depois impressionam: de 110 kg para 63 kg.
“É se alimentar com os alimentos corretos, tomar café, alimentação de três em três horas, frutas, verduras, legumes, pouco doce, pouca fritura, pouco carboidrato. Sempre com atividade física”, contou a assistente contábil Elaine Nascimento dos Santos.
A pesquisa brasileira foi publicada na revista internacional Obesity Surgery, uma das mais importantes sobre o tema. A cirurgia é só o primeiro passo, o acompanhamento depois também é muito importante.

10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Cirurgia Bariátrica

O número de indivíduos com obesidade aumenta no mundo a cada dia e a cirurgia bariátrica vem se tornando um importante aliado no tratamento de pacientes com obesidade grau 3.
Conheça as 10 coisas que você precisa saber sobre este procedimento.
1 - Gastroplastia, também chamada de cirurgia bariátrica, cirurgia da obesidade ou ainda de cirurgia de redução do estomago é - como o próprio nome diz - uma plástica no estômago (gastro = estômago e plastia = plástica). Ela tem como objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.
2 - Esse tipo de cirurgia está indicada, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para pacientes com IMC acima de 35 Kg/m² que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue e problemas articulares, ou para pacientes com IMC maior que 40 Kg/m² que não tenham obtido sucesso na perda de peso após dois anos de tratamento clínico (incluindo o uso de medicamentos).
3 - Existem três tipos básicos de cirurgias bariátricas: restritivas, mistas e disabsortivas. As cirurgias que apenas diminuem o tamanho do estômago são chamadas do tipo restritivo (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia Vertical com Bandagem ou Cirurgia de Mason e a Gastroplastia Vertical em “Sleeve”). A perda de peso se faz pela redução da ingestão de alimentos. Existem também as cirurgias mistas, nas quais há a redução do tamanho do estomago e um desvio do trânsito intestinal. Há, além da redução da ingestão, a diminuição da absorção dos alimentos. As cirurgias mistas podem ser predominantemente restritivas (derivação Gástrica com e sem anel) e predominantemente disabsortivas (derivações bileopancreáticas).
4 - Antes da cirurgia todo paciente precisa ser avaliado individualmente, devendo ser submetido a uma avaliação clínico-laboratorial que inclui - além da aferição da pressão arterial - dosagens da glicemia, lipídeos e outras dosagens sanguíneas, avaliação das funções hepática, cardíaca e pulmonar. A endoscopia digestiva e a ecografia abdominal são importantes procedimentos pré-operatórios. A avaliação psicológica também faz parte dos procedimentos pré-operatórios obrigatórios. Pacientes com doença psiquiátrica grave devem ser tratados antes da cirurgia.
5 - Na maioria dos pacientes, a cirurgia bariátrica - além de levar a uma perda de peso grande - traz benefícios no tratamento de todas as outras doenças relacionadas à obesidade. É possível uma melhora importante ou mesmo remissão do seu diabetes, do controle da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, dos níveis de ácido úrico e alívio das dores articulares.
6 - Do ponto de vista nutricional, os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados pelo resto da vida, com o objetivo de receberem orientações específicas para elaboração de uma dieta qualitativamente adequada. Quanto mais disabsortiva for a cirurgia, maior a chance de complicações nutricionais, como anemias por deficiência de ferro, de vitamina B12 e/ou ácido fólico, deficiência de vitamina D e cálcio e até mesmo desnutrição, nas cirurgias mais radicais. Reposições vitamínicas são feitas após a cirurgia e mantidas por tempo indeterminado. A diarreia pode ser uma complicação nas cirurgias mistas, principalmente na derivação bileopancreática.
7 - A adesão ao tratamento deverá ser avaliada, pois alguns pacientes podem recorrer a preparações de alta densidade calórica e de baixa qualidade nutricional - que além de provocarem hipoglicemia e fenômenos vasomotores (sudorese, taquicardia, sensação de mal-estar) - colocam em risco o sucesso da intervenção em longo prazo, reduzindo a chance do indivíduo perder peso.
8 - A cirurgia antiobesidade é um procedimento complexo e apresenta risco de complicações. A intervenção impõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares dos indivíduos. Portanto, é primordial que o paciente conheça muito bem o procedimento cirúrgico e quais os riscos e benefícios da cirurgia. Desta forma, além das orientações técnicas, o acompanhamento médico, nutricional, psicológico e o apoio da família são aconselháveis em todas as fases do processo.
9 - Em pacientes que apresentaram uma perda de peso muito grande, uma cirurgia plástica para retirada do excesso de pele é necessária. A mesma poderá ser feita quando a perda de peso estiver totalmente estabilizada, ou seja, depois de aproximadamente dois anos. 
10 - Mulheres que realizam cirurgia bariátrica devem aguardar pelo menos de 15 a 18 meses para engravidar. A grande perda de peso logo após a cirurgia pode prejudicar o crescimento do feto.
*Consultoria da Dra. Maria Edna de Melo (presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica – ABESO – e do Departamento de Obesidade da SBEM gestão 2017-2018) 


NÃO HÁ CADEIA SUFICIENTE PARA LULA


Texto do um professor da UNB - Perci Coelho de Sousa
Não há cadeia suficiente para Lula, não há construção erigida que suporte tamanha pena, que dê conta de tanto pecado. Haja grades de ferro e de aço que sejam capazes de segurar, de reter e de trancafiar tanta coisa numa só, tanta gente num só homem. Não há cadeia no mundo que seja capaz de prender a esperança, que seja capaz de calar a voz.
Porque, na cadeia de Lula, não cabe a diversidade cultural
Não cabe, na cadeia de Lula, a fome dos 40 milhões
Que antes não tinham o que comer
Não cabe a transposição do São Francisco
Que vai desaguar no sertão, encharcar a caatinga
Levar água, com quinhentos anos de atraso,
Para o povo do nordeste, o mais sofrido da nação.
Pela primeira vez na história desse país.
Pra colocar Lula na cadeia, terão que colocar também
O sorriso do menino pobre
A dignidade do povo pobre e trabalhador
E a esperança da vida que melhorou.
Ainda vai faltar lugar
Para colocar tanta Universidade
E para as centenas de Escolas Federais
Que o ‘analfabeto’ Lula inventou de inventar
Não cabem na cadeia de Lula
Os estudantes pobres das periferias
Que passaram no Enem
Nem o filho de pedreiro que virou doutor.
Não tem lugar, na cadeia de Lula,
Para os milhões de empregos criados,
(e agora sabotados)
Nem para os programas de inclusão social
Atacados por aqueles que falam em Deus
E jogam pedras na cruz.
Não cabe na cadeia de Lula
O preconceito de quem não gosta de pobre
O racismo de quem não gosta de negro
A estupidez de quem odeia gays
Índios, minorias e os movimentos sociais.
Não pode caber numa cela qualquer
A justiça social, a duras penas, conquistada.
E se mesmo assim quiserem prender
– querer é Poder (judiciário?),
Coloquem junto na cadeia:
A falta d’água de São Paulo,
E a lama de Mariana (da Vale privatizada)
O patrimônio dilapidado.
E o estado desmontado de outrora
Os 300 picaretas do Congresso
E os criadores de boatos
Pela falta de decência
E a desfaçatez de caluniar.
Pra prender o Lula tem que voltar a trancafiar o Brasil.

O complexo de vira-latas também não cabe.
Nem as panelas das sacadas de luxo
O descaso com a vida dos outros
A indiferença e falta de compaixão
A mortalidade infantil
Ou ainda (que ficou lá atrás)
Os cadáveres da fome do Brasil.
Haja delação premiada
Pra prender tanta gente de bem.
Que fura fila e transpassa pela direita
(sim, pela direita)
Do patrão da empregada, que não assina a carteira
Do que reclama do imposto que sonega
Ou que bate o ponto e vai embora.
Como poderá caber Lula na cadeia,
Se pobre não cabe em avião?
Quem só devia comer feijão
Em vez de carne, arroz, requeijão
Muito menos comprar carro,
Geladeira, fogão – Quem diz?
Que não pode andar de cabeça erguida
Depois de séculos de vida sofrida?
O prestígio mundial e o reconhecimento
Teriam que ir junto pra prisão
Afinal, (Ele é o cara!)

Os avanços conquistados não cabem também.
Querem por Lula na cadeia infecta, escura
A mesma que prendeu escravos,
‘Mulheres negras, magras crianças’
E miseráveis homens – fortes e bravos
O povo d’África arrastado
E que hoje faz a riqueza do Brasil.
Lula já foi preso, ele sabe o que é prisão.
Trancafiado nos porões da ditadura
Aquela que matou tanta gente,
Que tirou nossa liberdade
A mesma ditadura que prendeu, torturou.
Quem hoje grita nas ruas
Não gritaria nos anos de chumbo
Na democracia são valentes
Mas cordatos, calados, covardes
Quando o estado mata, bate e deforma.
Luis Inácio já foi preso,
Também Pepe Mujica e Nelson Mandela.
Quem hoje bate palmas, chora e homenageia,
Já foi omisso, saiu de lado e fez que não viu.
Não vão prender Lula de novo
Porque na cadeia não cabe
Podem odiar o operário
O pobre coitado iletrado
Que saiu de Pernambuco
Fugiu da seca e da fome
Pra conquistar o Brasil
E melhorar a vida da gente
Mas não há
Nesse mundão de meu Deus
Uma viva alma que diga
Que alguém tenha feito mais pelo povo
Do que Lula fez no Brasil.
“Não dá pra parar um rio
quando ele corre pro mar.
Não dá pra calar um Brasil,
quando ele quer cantar.”
Lula lá!

ESTAS SÃO AS 4 SEMENTES COM MAIOR CAPACIDADE DE PROTEGER CONTRA O CÂNCER!



Nova postagemezes, a causa são várias.
Mas certamente, entre elas, está o consumo excessivo de alimentos cancerígenos e os poluentes tóxicos tão presentes na vida dos que vivem em grandes cidades.
Infelizmente, muitos ignoram isso.
Se você se importa com a saúde e deseja prevenir uma doença tão terrível quanto o câncer, este post lhe será útil.
Vamos ensinar um tratamento natural que deve ser feito sozinho, sem o reforço de outras alternativas, principalmente as tradicionais.
A natureza é um verdadeiro milagre!
Neste post, você verá como pode prevenir o câncer com sementes.
O que acontece é que essas sementes anticancerígenas são capazes de fortalecer nosso sistema imunológico, mantendo os agentes malignos bem longe, como as células cancerosas.
As quatro sementes mais poderosas para proteger contra o câncer são:
1. Semente de abóbora (jerimum)
São ótimas para combater o câncer, graças às propriedades antioxidantes.
sementes_-_cancer
Agem principalmente contra o câncer de próstata.
Por isso, os homens deveriam incluir obrigatoriamente essas sementes no seu cardápio diário.

2.  Semente de uva
Contém alta dose de flavonoides, antioxidantes e B2G2, que são ótimos para impedir o desenvolvimento de câncer.
Além disso, existem estudos comprovando que a semente de uva pode reduzir o crescimento de tumores malignos em cerca de 70%.
3.  Semente de linhaça
É uma das mais poderosas sementes anticancerígenas.
Ela é altamente recomendada para prevenir e combater o câncer de mama.
Além disso, as sementes de linhça contêm altos níveis de ácido alfa-linoleico , ácido ômega 3, o que faz dela altamente eficaz na prevenção não só  do câncer, mas também de outras doenças crônicas.
4. Sementes de damasco
Contêm grandes quantidades de vitamina B17 na sua composição, a qual é muito eficaz para destruir  células cancerosas.
A vitamina B17 não é apenas essencial para prevenir o câncer, mas também para tratar a doença.
Para consumir sementes de damasco, você só precisa de um martelo para quebrar o fruto e remover a semente, que tem a  forma de amêndoa.
E se, por acaso, sentir um gosto amargo, pode combinar a semente com um pouco de noz-moscada, coco ralado ou mel puro.
Importante: é importante consumir estas sementes com moderação – tudo em excesso se torna prejudicial.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
fonte:http://www.curapelanatureza.com.br/post/01/2017/estas-sao-4-sementes-com-maior-capacidade-de-proteger-contra-o-cancer

"SABER AGRADECER"


Sempre Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza.
Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor, honradez, sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas, partilha com benevolência as coisas que você ganhou de Deus, você tem tudo! Porém, se você é egoísta e "pobre de espírito", você não tem nada!!!

Pense Nisso!
(Cathya Gaya)
"A ARTE DE VIVER CONSISTE EM TIRAR O MAIOR BEM DO MAIOR MAL."
"NÃO EXISTE O ESQUECIMENTO TOTA: AS PEGADAS IMPRESSAS NA ALMA SÃO INDESTRUTÍVEIS."